sexta-feira, 4 de julho de 2008

Conquistas e reivindicações do CAGEO

No dia 18/06/08, reuniram-se os alunos representantes de sala do 1º, 2º e 3º ano de geografia com a diretoria da Faculdade para expor alguns problemas em relação ao curso, aos professores e a administração da instituição. Segue abaixo as reivindicações feitas pelos alunos para a melhoria do curso.
Durante a reunião com a Profª Cabrera e a Dra Najar, discutimos os seguintes pontos:
1. avaliação dos professores: são feitas semestralmente, sabemos que nessas avaliações alguns professores são questionados, e não vemos nenhuma ação corretiva por parte dos mesmo ou da faculdade no decorrer do semestre ou próximos semestres, ou seja, os professores continuam com o mesmo conteúdo sem as atualizações necessárias Não foi citado quais são esses professores mas a Prof. Cabrera deixou claro que sabe quem são. Basta agora esperar os resultados dessa última avalização e cobrarmos uma postura mais séria por parte da faculdade.
2. colocamos a necessidade de obtermos equipamentos como : bússola, GPS, Trêna, psicometrometro, novos programas de computador (geoprocessamento, autocard, corel draw, etc), foi colocado pela Dra. Najar que o Coordenador Luiz Augusto deve fazer uam lista para avalização e aprovação da compra.
3. quanto a instalação de novos programas, ela esclareceu que já está sendo montado novo laboratório com 20 novos computadores, e com isso ficará mais fácil a instalação de novos programas. - foi citado também a demora de atualização do site da faculdade em relação a calendário escolar, notas e também a necessidade de ter consulta em relaçãoa situação financeira do aluno na entidade, isso já ocorre am algumas faculdades.
4. foi solicitado que quando houver duas disciplinas em um mesmo dia, a faculdade já organize o calendário de modo que as aulas sejam intercalas a cada 15 dias, pois quando há duas disciplinas no mesmo dia a aula após o intervalo sempre é prejudicada. Com isso, evita-se acordos entre professores e alunos que tendem a agradar uns e outros não, também evita que existam duas provas no mesmo dia, como vem acontecendo. A organização de horários é necessária tanto para o professor quanto para o aluno.
5. foi colocado pela faculdade a liberaçaõ de verba e espaço para a montagem do Laboratório de Geologia (precisamos cobrar o Prof. Edson que é o responsável pela organização desse trabalho, e se tiver ajuda dos alunos será muito mais fácil e rápido.
6. também foi liberado a compra de mais mapas para o laboratório de Cartografia, o Prof. Luiz Augusto já está providenciando. - foi confirmado que o próximo semestre a turma do segundo semestre não terá aulas de Prática II com o segundo semestre de história.
7. foi citado pela Profa. Cabrera, que devemos cobrar dos professores no primeiro dia de aula, a exposição do programa semestral, isso é uma obrigação deles. E acompanharmos se esse programa está sendo cumprido e cobrarmos se necessário.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Senado aprova piso de R$ 950 para professores

da Agência Brasil, em Brasília
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei que estabelece piso de R$ 950 para professores da educação básica da rede pública de ensino. O projeto, agora, vai à sanção presidencial. Pela proposta, o piso salarial nacional será implantado em todo o país, de forma gradual, até 2010. O valor deverá ser pago para professores com carga horária de 40 horas semanais. O piso de R$ 950 é uma antiga reivindicação da categoria. De acordo com a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), existem mais de 5 mil pisos salariais diferentes para a categoria, variando entre R$ 315 e R$ 1.400. Está prevista no projeto a complementação da União para os entes federados que não atingirem o valor de piso nacional. A categoria temia que as eleições municipais e o recesso branco do Congresso Nacional pudessem adiar a aprovação da medida. O projeto foi aprovado na Câmara em maio. Para acelerar a apreciação da matéria, o projeto foi apreciado nesta quarta em duas comissões do Senado --Educação e Constituição e Justiça-- e seguiu em regime de urgência para o plenário.
Fonte 'Folha on Line' de 03/07/08
site UOL

segunda-feira, 30 de junho de 2008

artigo.

'Economist' defende fim da tarifa dos EUA ao etanol do Brasil

fonte. bbcbrasil.com
uol.com.br

A revista britânica The Economist traz na edição que chega às bancas nesta sexta-feira um artigo em que elogia o etanol brasileiro, dizendo que o combustível é alvo de críticas injustas, e defende o fim da tarifa imposta pelos Estados Unidos à importação do combustível produzido no Brasil. Intitulado Lean, green and not mean (Enxuto, verde e bom, em tradução livre), o texto disse que os argumentos em favor do fim da tarifa de US$ 0,54 por galão (cerca de R$ 0,22 por litro) "foram fortalecidos pela alta no preço do petróleo e pelas enchentes que destruíram as lavouras de milho no Meio Oeste" dos Estados Unidos, usadas para produzir etanol no país. "Isso fez com que os preços do milho subissem muito e tornou a idéia de subsidiar a lavoura para produzir etanol uma idéia ainda pior do que era antes, visto que, em vez disso, há um etanol mais verde e barato que os Estados Unidos poderiam comprar do Brasil." A revista defende o etanol brasileiro das críticas mais comuns feitas a ele, como a de que a produção do biocombustível teria colaborado para o aumento mundial no preço dos alimentos e incentiva produtores a devastar trechos de floresta amazônica para aumentar sua área para plantação. "Tais preocupações são aparentemente prematuras", diz o artigo, argumentando que a área reservada para produção extensiva de gado é muito maior que a dedicada à cana e que a lavoura pode aproveitar áreas de pasto degradadas com "pouco ou nenhum efeito sobre o preço da carne". "Protecionistas hipócritas"Além disso, a revista diz que a maior parte do etanol brasileiro é produzida em canaviais "a milhares de quilômetros da Amazônia, no Estado de São Paulo ou no Nordeste". A 'Economist' reconhece que, no Brasil, os trabalhadores que atuam na colheita da cana enfrentam condições duras e que houve casos de pessoas sendo submetidas a condições de semi-escravidão - outra crítica feita à produção do etanol no Brasil. "O corte da cana é um trabalho de quebrar as costas, e todo ano algumas pessoas morrem durante a colheita", diz o artigo, que ressalta, entretanto, que outros tipos de lavoura matam mais trabalhadores rurais no Brasil. O texto conclui dizendo que, para os brasileiros, os estrangeiros que defendem barreiras ao etanol em nome do meio ambiente ou da alta dos alimentos são "protecionistas à antiga em um disfarce hipócrita" e que a tarifa "deve acabar".